terça-feira, 29 de abril de 2014

Revista CONCERTO





 
Fundação OSB e Sindicato dos Músicos anunciam fusão entre Sinfônica Brasileira e Ópera & Repertório (28/4/2014)

Na última quinta-feira, dia 24 de abril, os músicos da OSB Ópera & Repertório assinaram um acordo coletivo que define a fusão do grupo com a Orquestra Sinfônica Brasileira. O acordo teve mediação da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (Fosb) e do Sindicato dos Músicos do Estado do Rio de Janeiro (SindMusi). A fusão passa a valer a partir do dia 1º de maio. Segundo a presidente do SindMusi, Déborah Cheyne, a crise da OSB “ficou para trás”. O acordo mantém as determinações da proposta de fusão anunciada em março, que prevê, entre outros pontos, o mesmo regime trabalhista entre os músicos da OSB e os provenientes da OSB O&R (isonomia de salários, gratificações e carga horária), e que os instrumentistas da OSB O&R que mantiverem sua decisão de não tocar sob o comando do regente titular cumprirão suas atividades concertos com maestros convidados, de câmara, de eventos especiais e a patrocinadores.

História
A criação da O&R foi a solução para a grave crise que a OSB atravessou em 2011, quando, dentro de um projeto de aprimoramento, a Fosb convocou todos os músicos para audições compulsórias de desempenho.

Parte dos músicos se rebelou e exigiu a renúncia do maestro Roberto Minczuk. O maestro manteve o cargo de regente titular, mas teve de deixar a direção artística, que foi assumida de forma compartilhada por Fernando Bicudo e Pablo Castellar.

Os concertos só puderam ser retomados com a criação da OSB Ópera & Repertório, que recebeu os músicos que não haviam se submetido às audições, sob as mesmas condições de trabalho anteriores e com a garantia de que eles não trabalhariam sob a direção do maestro Roberto Minczuk. Já os músicos que passaram a integrar a OSB recebem salários mais elevados e trabalham com uma maior carga horária.

A manutenção dos dois corpos artísticos fez crescer as despesas da Fosb, que, mesmo tendo conseguido ampliar a captação de seus recursos financeiros, operava acima de suas capacidades.


Leia abaixo a nota oficial assinada em conjunto pela Fosb e pelo SindMusi:
A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira e o Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro – SindMusi assinaram ontem Acordo Coletivo que decide a fusão dos corpos artísticos da OSB Ópera & Repertório e OSB. Durante as negociações, as instituições discutiram as condições para a fusão, enfatizando a prioridade artística com a FOSB.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O GLOBO - Cultura

Orquestra Sinfônica Brasileira e OSB Ópera & Repertório viram um só conjunto

 

RIO - É oficial. A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a Orquestra OSB Ópera & Repertório (O&R) fundiram-se e voltam a ser um único conjunto. O novo acordo coletivo dos músicos do segundo grupo foi assinado nesta quinta-feira. O ato encerra um longo período de negociações, iniciado em agosto, desde o fim da vigência do primeiro acordo assinado entre as partes. Os dois corpos artísticos começam a trabalhar juntos a partir de 1º de maio, segundo informou a Fundação OSB (Fosb). A instituição e o Sindicato dos Músicos do Rio (SindMusi) — que intermediou as negociações — lançaram na tarde desta sexta-feira a seguinte nota:

“A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira e o Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro - SindMusi assinaram ontem Acordo Coletivo que decide a fusão dos corpos artísticos da OSB Ópera & Repertório e OSB. Durante as negociações, as instituições discutiram as condições para a fusão, enfatizando a prioridade artística com a FOSB.”
A OSB Ópera & Repertório (O&R) foi o grupo formado após a crise enfrentada pela instituição em 2011. Ela nasceu para abrigar os 36 músicos afastados naquele ano porque se opuseram às avaliações de desempenho convocadas pelo maestro Roberto Minczuk e posteriormente reintegrados após um acordo. Desde iniciadas as negociações, a Fundação, que fechou as contas de 2013 no vermelho, propôs a fusão das duas orquestras. Mas a Comissão dos Músicos da Ópera & Repertório não aceitou porque o conjunto se recusava a tocar com o maestro titular, Minczuk.

E vão permanecer sem tocar. Como já tinha anunciado em nota publicada em 14 de março pela Fosb, os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos serão regidos pelo mesmo estatuto e terão a mesma carga horária ao longo do ano.

A iniciativa foi comentada pelo Presidente do Conselho da Fosb, Eleazar de Carvalho Filho: “Estamos felizes com a fusão dos dois corpos artísticos. A Fundação OSB comemora o momento de conciliação em um ano tão cheio de conquistas. Somam-se aos músicos que já compõem a OSB os profissionais que agora voltam a fazer parte deste corpo artístico que temos orgulho de defender e buscar aprimorar sempre”.
Presidente do SindMusi, Deborah Cheyne também ficou satisfeita com a negociação.

— Foi dado um passo muito importante. A gente põe fim, neste processo todo iniciado em 2011, ao que poderíamos chamar de crise. O que vem pela frente agora é um processo de readaptação e readequação. Agora teremos uma nova realidade para os dois grupos. Estou otimista.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/orquestra-sinfonica-brasileira-osb-opera-repertorio-viram-um-so-conjunto-12300078#ixzz30Ch8yhEn
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SindMusi Rio de Janeiro Notícias

OSB E OSB Ópera & Repertório assinam acordo no SindMusi
Com a intermediação do SindMusi, foi assinado nesta quinta-feira (24/4) o acordo coletivo dos músicos da Orquestra OSB Ópera&Repertório (O&R). Pelo acordo, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB)e a O&R fundiram e voltam a ser uma única orquestra. O acordo passa a valer a partir do dia 1º de maio.
A assinatura do acordo encerrou um longo período de negociações, iniciado em agosto. Nas negociações para a fusão dos corpos artísticos das duas orquestras, ficou estabelecido a prioridade artística com a FOSB. O regimento e a carga horária serão os mesmos para os músicos.
A presidente do SindMusi, Déborah Cheyne, destacou a importância do acordo. "A crise, vamos definir assim, ficou para trás. Agora, vamos nos readaptar a situação e seguir em frente", ressaltou.



sábado, 12 de abril de 2014

International Opera Awards 2014 - Hightlights


Veja a festa de premiação em Londres com a presença do diretor  André Heller-Lopes e a soprano Gabriella Pace. 


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Britten no Parque Lage

The Opera Awards 2014. Os vencedores serão anunciados no dia 7 de abril, em Londres.



A montagem da ópera "Sonho de uma Noite de Verão", dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como uisa Francesconi, Gabriella PLacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá

sábado, 15 de março de 2014

O GLOBO - Segundo Caderono


O GLOBO - Cultura

 OSB e O&R serão fundidas

RIO — A Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório (OSB O&R) serão integralmente fundidas, voltando, assim, a compor um único corpo artístico, decidiu a Fundação OSB, que mantém as duas orquestras. Com a mudança, os "músicos da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária", informa o comunicado divulgado nesta sexta-feira. Os músicos ainda precisam aprovar a fusão.

O anúncio sucede um acordo coletivo de trabalho apresentado à Comissão de Músicos do corpo orquestral da Ópera & Repertório e ao SindMusica.
De acordo com a Fundação OSB, os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular, Roberto Minczuk, comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. A entidade ressalta ainda que a unificação dos dois corpos artísticos representa uma "medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição".

A O&R surgiu há três anos, quando músicos demitidos e insurgentes da OSB se reintegraram para formar a nova orquestra, com foco no lírico e no repertório de câmera. A crise na OSB começou em 2011, com a decisão da fundação de fazer uma avaliação dos músicos. Insatisfeito com o processo e com o maestro Roberto Minczuk, um grupo se rebelou.
Leia a nota completa da Fundação OSB:
A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira comunica que foi apresentada, em reunião presencial, um novo Acordo Coletivo de Trabalho à Comissão de Músicos do corpo orquestral Ópera & Repertório e ao SindMusica.

A Fundação OSB decide pela fusão integral entre os dois corpos artísticos, OSB e O&R. Os músicos provenientes da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária. Os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos terão a mesma carga horária ao longo do ano.
A Fundação OSB deixa claro o seu desejo de unificar os dois corpos artísticos como medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição.
Conselho da FOSB

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/osb-or-serao-fundidas-11878522#ixzz2w2oU9kTS

ESTADÃO Blog

 ESTADAO - Blogs  Blogs
João Luiz Sampaio

Fundação OSB propõe fusão de orquestras



A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) apresentou hoje à OSB Ópera & Repertório uma proposta de acordo que colocaria fim às negociações a respeito do futuro do grupo, que foi criado em 2011 para abrigar os 40 músicos que, na ocasião, recusaram-se a fazer provas de reavaliação determinadas pela direção da orquestra. Segundo comunicado oficial, a fundação propõs a junção das duas orquestras – dando liberdade aos músicos da Ópera & Repertório para que não se apresentem sob regência do maestro Roberto Minczuk, titular da OSB. Estava prevista para a tarde de hoje reunião dos músicos que vai definir se eles aceitam ou não a proposta feita pelo conselho da Fundação OSB.

Diz o comunicado: “A Fundação OSB decide pela fusão integral entre os dois corpos artísticos, OSB e O&R, formando novamente uma grande orquestra. Os músicos provenientes da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária.”

A fusão havia sido o objetivo da Fundação OSB desde o início, em especial pela tentativa de diminuir custos, maiores com a manutenção de duas orquestras independentes, com programações distintas. O entrave, até agora, vinha sendo a resistência dos músicos da Ópera & Repertório em voltar a se apresentar sob a regência do maestro Roberto Minczuk, titular da OSB.  Sobre isso, diz o comunicado: “Os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos terão a mesma carga horária ao longo do ano. A Fundação OSB deixa claro o seu desejo de unificar os dois corpos artísticos como medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição.”

Relembre o caso
No início de 2011, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira convocou os músicos do grupo para uma prova de reavaliação de desempenho. Cerca de 40 artistas se negaram a fazer o teste, afirmando que ele tinha um caráter autoritário e que seria apenas um recurso para culpar os artistas por uma demissão em massa no grupo. Eles tentaram reverter na justiça a obrigatoriedade das provas. Não conseguiram, mas se recusaram a comparecer de qualquer forma – e a fundação, então, resolveu demiti-los por justa causa.
A direção da orquestra refutou, na época, a versão dos músicos. Segundo a fundação, as provas não tinham como objetivo demissões. Além de fornecer um feedback individual, o processo também ofereceria a cada músico, garantiram, a possibilidade de reposicionamento dentro dos naipes. A fundação ressaltou ainda que tentou diversas vezes negociar, sem sucesso, com os músicos, oferecendo inclusive um plano de demissões voluntárias. O caso teve repercussão internacional – solistas como Joshua Bell, violinista norte-americano, cancelaram suas apresentações com a sinfônica em apoio aos músicos, assim como representantes de diversos conjuntos europeus emitiram comunicados questionando a decisão de reavaliar os artistas O caso acabou resolvido com a formação de uma nova sinfônica, a OSB Ópera & Repertório, que abrigou os músicos que seriam demitidos durante duas temporadas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

O GLOBO - Segundo Caderno

Clássico
COMPASSO DE ESPERA 
Com sede nova, Orquestra Sinfônica Brasileira inicia sua temporada 2014 no dia 15, mas futuro da OSB Ópera & Repertório depende de reunião marcada para hoje

RIO - A temporada 2014 da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) começa no próximo dia 15, com concerto no Teatro Municipal para assinantes e parceiros da Fundação OSB (Fosb). O programa, festivo, inclui danças brasileiras na primeira parte e, na segunda metade, a interpretação de “West Side story”, de Leonard Bernstein, e “Porgy and Bass”, de George Gershwin. Esta última conta com a participação dos cantores norte-americanos Angela Brown e Kevin Deas. A regência é do maestro titular, Roberto Minczuk. O concerto será repetido no dia 17, com venda avulsa, na estreia oficial da OSB na Cidade das Artes, sua nova casa desde janeiro.

Ao todo, a orquestra fará 12 espetáculos no Municipal pelas séries “Ametista”, “Topázio” e “Turmalina”; 14 apresentações na nova sede pela série “Cidades das Artes”; e quatro apresentações na Sala São Paulo, na capital paulista, pela série “Safira”. Nesta lista não estão incluídos os concertos “extras” da OSB nem a temporada da OSB Ópera & Repertório (O&R), grupo formado após a crise enfrentada pela instituição em 2011. A segunda orquestra nasceu para abrigar os 36 músicos afastados naquele ano porque se opuseram às avaliações de desempenho convocadas pelo maestro Roberto Minczuk e posteriormente reintegrados após um acordo. Em agosto, porém, terminou a vigência do acordo coletivo firmado entre as partes. E o futuro da O&R depende de negociações. Nesta sexta-feira, representantes dos músicos e da Fosb se reúnem na sede da fundação, no Centro, para discutir o assunto. A fundação apresentará uma nova proposta ao grupo.

— Não há intenção demissional — adianta o diretor artístico da OSB, Pablo Castellar. — Mas tenho de esperar o acordo para seguir com o planejamento para a temporada da O&R.
O conjunto, aliás, acaba de receber uma indicação ao prêmio internacional Opera Awards, por sua performance em “Sonho de uma noite de verão”, de Benjamin Britten, espetáculo realizado no Parque Lage, em 2013. 
Volta à obra de John Williams
Castellar também explica a razão de a temporada 2014 da OSB contar com três séries de concertos a menos: 
— A “Jade” foi criada por causa do público da Cidade das Artes. Agora há uma série maior lá. A “Ônix” e a “Ágata” dependem do resultado das negociações e por isso não foram divulgadas.
As conversas entre a Fosb e a O&R estão sendo intermediadas pelo Sindicato dos Músicos do Rio.
— Estamos tratando da renovação do acordo coletivo. É uma prática comum — diz a presidente do  Sindicato, Deborah Cheynne, que, assim como Castellar, não detalha os itens em discussão.  

Em linhas gerais, comenta-se que os músicos reivindicavam a ampliação do quadro da orquestra e aumento salarial. Já a fundação, com dificuldades para manter os dois conjuntos (a OSB fechou 2013 no vermelho), sugeriu uma fusão, como explica Ricardo Levisky, superintendente geral da OSB:

— A fundação propôs a fusão desde o início das negociações. Mas a Comissão dos Músicos da Ópera & Repertório não aceitou porque o conjunto se recusa a tocar com o maestro titular (Minczuk).
Enquanto isso, o destino da orquestra-mãe segue certo. A agenda (veja detalhes ao lado) prevê seu reencontro com o respeitado maestro Lorin Maazel em três récitas em torno das sinfonias de Mozart e Tchaikovsky. A mezzo-soprano Jennifer Larmore também volta a se apresentar com a orquestra. Com sua voz aveludada, ela esteve por aqui em 2010. A temporada ainda reserva as presenças do regente Claus Peter Flor, que já se apresentou à frente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp); da violinista alemã Arabella Steinbacher; do primeiro oboísta da Filarmônica de Berlim, Albrecht Mayer, considerado um dos grandes no instrumento; e do jovem e talentoso violoncelista Johannes Moser.
— A temporada deste ano me deixa muito feliz. Estamos iniciando um novo capítulo, que se dá com essa nova casa. É a concretização de um sonho antigo — diz Minczuk.

Sucesso de público, os concertos dedicados à obra de John Williams para o cinema também estão de volta, na série “Ametista”. Autor de músicas para “ET” e “Harry Potter e a pedra filosofal”, entre outras, ele será lembrado em apresentações no Municipal (30 de agosto) e na Sala São Paulo (31 de agosto).

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/com-sede-nova-orquestra-sinfonica-brasileira-inicia-sua-temporada-2014-no-dia-15-11805773#ixzz2vJLa2L7S
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

OSB Ópera & Repertório, The Opera Awards 2014



A montagem da ópera "Sonho de uma Noite de Verão", dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como Luisa Francesconi, Gabriella Pacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá


 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

OSB Ópera & Repertório - Rádio MEC FM



RÁDIO OSB


Mendelssohn, Sinfonia nº 4 "Italiana"
Astor Piazzolla, “Tangazo”
Gioachino Rossini, Abertura da Ópera “O Barbeiro de Sevilha”



O programa “Rádio OSB” será transmitido no próximo domingo, dia 23 de fevereiro, pela Rádio MEC (FM 98.9), a partir das 13 horas. Esse programa será reprisado na segunda feira, dia 24, às 22 horas. 
 
A Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório se apresentou no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, no dia 9 de novembro de 2013, oportunidade em que foi conduzida pelo Maestro Roberto Duarte.

               Uma das atrações desse concerto foi a Sinfonia n° 4, em lá maior, opus 90, de Felix Mendelssohn, conhecida como “Italiana”.

               Entre 1829 e 1831 Mendelssohn percorreu diversos países da Europa, travando conhecimento com importantes compositores e colhendo impressões que viriam influenciar fortemente algum dos pontos culminantes da sua produção. Parte de sua Sinfonia Italiana foi concebida durante sua permanência naquele país. Mas ali ele não chegou a completá-la. Isso só aconteceria em Berlim, no dia 13 de março de 1833. Com essa obra ele atendeu uma encomenda da London Philharmonic Society, regendo ele mesmo esse trabalho em sua première, que aconteceu em Londres no dia 13 de maio de 1833.

               Apesar do grande triunfo alcançado, Mendelssohn decidiu revisar esse trabalho, o que viria a acontecer no ano seguinte. Em verdade, tinha planos de alterar  substancialmente sua sinfonia. Tanto isso é verdade que Mendelssohn faleceu em 1847, sem jamais haver providenciado sua publicação, o que só aconteceria em 1851. Na oportunidade ela ganhou a denominação de quarta sinfonia, ainda que tenha sido completada quase dez anos antes da terceira, conhecida como “Sinfonia Escocesa”.

               Com seus movimentos Allegro Vivace/ Andante com Moto/ Moderato/ e Presto e Finale, a Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório interpreta a Sinfonia n° 4 de Felix Mendelssohn. A regência é de Roberto Duarte.

   
Na segunda parte do programa, prossegue a apresentação de 9 de novembro de 2013 da OSB Ópera e Repertório com “Tangazo”, obra do compositor argentino Astor Piazzolla. Essa música foi produzida entre 1968 e 1969 e muitos consideram que ela significou uma afirmação do “Nuevo Tango”, estilo que consagrou o compositor, que naquela oportunidade ganhava fama internacional sem desfrutar, ainda, de um reconhecimento unânime por parte de seus compatriotas.
               a obra teve sua première na cidade de Washington em 1970, oportunidade em que foi interpretada pelo conjunto Ensemble Musical de Buenos Aires. "Tangazo", com a OSB O&R, regida por Roberto Duarte,

Finaliza esse concerto da OSB Ópera e Repertório a abertura da Ópera “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini.

               A abertura do “Barbeiro de Sevilha” é uma das peças orquestrais mais conhecidas de todos os tempos. Há quem afirme que Rossini, que contava então vinte e quatro anos de idade, escreveu o “Barbeiro de Sevilha”, ponto culminante de sua criação, em menos de duas semanas. O interessante é que a abertura da ópera não era inédita. Originalmente ela fora composta para “Aureliano in Palmira”, uma outra ópera do compositor. Também foi utilizada, posteriormente, no melodrama “Elisabetta, regina d’ Inghilterra”. Essa flexibilidade, vamos chamar assim, aconteceu com freqüência  na trajetória do grande compositor.


Os programas da “Rádio OSB” também podem ser acessados em nosso site oficial, www.osb.com.br.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

SITE OSB

14/02/2014 
OSB Ópera & Repertório concorre a prêmio
Montagem sobre Britten entre os melhores espetáculos do ano
A montagem de Sonho de uma noite de verão, dirigida por André Heller-Lopes, concorre ao prêmio de melhor tributo ao aniversário de um compositor. Produzida em homenagem ao centenário de nascimento do inglês Benjamin Britten, a ópera, encenada em 3 apresentações abertas ao público, resultou de uma parceria entre a Britten-Pears Foundation, a Secretaria Estadual de Cultura do Rio, o Banco Itaú, o British Council, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Fundação OSB. No elenco, vozes como Luisa Francesconi, Gabriella Pacce e Eric Herrero deram vida a uma história que reúne seres fantásticos em um bosque da Grécia mítica, unindo-se à OSB Ópera & Repertório sob a regência do Maestro Roberto Tibiriçá.


Foto: Leo Aversa
 
A Fundação OSB celebra mais uma grande conquista da última temporada: a apresentação de Sonho de uma noite de verão com a OSB Ópera & Repertório, realizada nos jardins do Parque Lage em maio, é uma das finalistas do International Opera Awards. A premiação é concedida anualmente em reconhecimento a produções líricas de excelência, e conta dentre seus indicados com óperas do Covent Garden e do Teatro alla Scala de Milão.


Confira a lista completa de indicados ao International Opera Awards, cujos vencedores serão anunciados no dia 7 de abril, em Londres.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

REVISTA







 

Montagem brasileira de obra de Britten é finalista do International Opera Awards (13/2/2014)


A montagem de Sonho de uma noite de verão, de Benjamin Britten, dirigida por André Heller-Lopes, é uma das finalistas do International Opera Awards 2014 – a produção é a única concorrente brasileira no prêmio. Realizada em maio de 2013 no Parque Lage, na cidade do Rio de Janeiro, a ópera teve regência de Roberto Tibiriçá e música da OSB Ópera & Repertório e do Coro de Crianças da OSB (preparação de Julio Moretzsohn). No elenco, destaque para Luisa Francesconi, Gabriella Pace, Leonardo Neiva, Marcos Paulo, Eric Herrero e Flavia Fernandes. 

Indicado na categoria Produção de Aniversário – dedicada às efemérides de Britten (100 anos), Verdi e Wagner (200 anos) –, a montagem compete com mais 10 produções. Na subcategoria de Britten, são dois concorrentes: Peter Grimes encenada na praia, do Festival de Aldeburgh, Inglaterra (evento criado pelo próprio Britten); e Gloriana, coprodução da Staatsoper de Hamburgo, Alemanha, e da Royal Opera, da Inglaterra. Entre os títulos de Wagner e Verdi, destaque para a montagem do Metropolitan Opera, de Nova York, para Parsifal, e a Traviata do La Scala, de Milão.

A indicação só reafirma o ótimo momento de André Heller-Lopes, que estreou no dia 8 de fevereiro (com temporada até 27 de maio) uma montagem de Eugen Onegin, de Tchaikovsky, no Landestheater de Salzburg.

O prêmio
Criado em 2013 pelo empresário e promotor cultural inglês Harry Hyman, o International Opera Awards tem como presidente do júri John Allison, editor da revista Opera e crítico musical do Sunday Telegraph. No ano passado, foram premiados Antonio Pappano (melhor regente) e Dmitri Tcherniakov (melhor diretor), além de instituições como o Metropolitan Opera (melhor orquestra) e a Cape Town Opera (melhor coro).

Os resultados serão divulgados no dia 7 de abril, em Londres. Maiores detalhes e a lista completa dos finalistas em todas as categorias estão disponíveis no site da premiação.
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Internacional Opera Awards


"Sonho de Uma Noite de Verão", de Britten é finalista do "Oscar da ópera"

Encenada no jardim do Parque Lage em maio de 2013, obra composta pelo inglês Benjamin Britten e dirigida por André Heller-Lopes contou em sua montagem com a OSB Ópera & Repertório sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá. A cerimônia de entrega do prêmio será no dia 7 de abril em Londres.


INTERNATIONAL OPERA AWARDS NOMINATIONS REVEALED

On Wednesday 12 February 2014, in The Crush Room, Royal Opera House, finalists of the International Opera Awards 2014 were announced. These were selected by the jury, chaired by John Allison. The jury was made up of chief music critic for the The Sunday Times and regular Opera contributor Hugh Canning, George Loomis who covers opera and classical music for the International Herald Tribune, MusicalAmerica.com, The Financial Times and Opera magazine and classical music critic for The Observer, Fiona Maddocks. Jury members also include Sir Peter Jonas, the former Intendant of Bavarian State Opera, Elaine Padmore the Director of Opera at Covent Garden until 2011, and Nicholas Payne who is Director of Opera Europa. 

The winners will be announced at the awards ceremony on Monday 7 April at Grosvenor House Hotel, Park Lane.

The finalists 2014 
 Anniversary Production
    Britten:
  • Peter Grimes on the beach (Aldeburgh Festival)
  • A Midsummer Night’s Dream (Parque Lage, Rio de Janeiro)
  • Gloriana (Hamburg Staatsoper/Royal Opera)

 Veja mais no site oficial:
http://www.operaawards.co.uk/default.aspx

sábado, 11 de janeiro de 2014

Rádio OSB



RÁDIO MEC FM

 

OSB Ópera e Repertório interpreta sinfonia de Beethoven

 


Obra do compositor Erich Korngold também está no repertório do Rádio OSB. Ouça, domingo (12), às 13h

Compositor Erich Wolfgang Korngold (1897-1957) Wikimedia Commons/ Biblioteca do Congresso Americano (EUA)
Rádio OSB deste domingo (12) apresenta um concerto em que a Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório interpreta a Sinfonia nº 2, de Beethoven, em 28 de setembro de 2013, sob regência de Roberto Duarte.

A segunda parte do programa é dedicada ao compositor áustro-húngaro Erich Korngold. A obra executada é uma suíte composta por cinco movimentos para a peça de Shakespeare, “Muito barulho por nada”. Regida pelo mesmo maestro, a interpretação ocorreu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 13 de outubro de 2013.

Não perca, às 13h, pela MEC FM Rio.
 

domingo, 5 de janeiro de 2014

GUIA FOLHA - Melhores de 2013

Na decisão online, os internautas elegeram " A Carreira do Libertino" (The Rake's Progress), encenada em julho também no Municipal como melhor ópera em 2013

"The Rake's Progress"
"Ótimo elenco vocal,
aliado a um belo
 trabalho orquestral"
(Leonardo Martinelli
Revista Concerto)

"Como sempre Jamil Maluf
com ótima escolha
de repertório"
(Paulo Maron Diretor do Núcleo
Universitário de Ópera)



Já na decisão online, os internautas elegeram "A Carreira do Libertino" (The Rake's Progress), encenada em junho também no Municipal.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Rádio MEC

  RÁDIO MEC Programa
RÁDIO OSB














No domingo 05/01 às 13 horas e na segunda-feira 06.01 às 22 horas, o programa “Rádio OSB” transmitido pela MEC FM, apresentará a “OSB Ópera & Repertório” executando obras de Beethoven (Concerto para violino, solista Benjamin Schmid) e Leonard Bernstein (três danças do ballet “On the town”). Regência de Roberto Duarte

Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera e Repertório, promovido no Espaço Tom Jobim no dia 28 de setembro de 2013, foi integralmente dedicado à obra do extraordinário compositor Ludwig van Beethoven.
           
Uma de suas atrações foi o Concerto para violino em ré menor, opus 61, obra que foi protagonizada pelo violinista austríaco Benjamin Schmid.

Para finalizar a “Rádio OSB”vamos apresentar a música do notável compositor e maestro norte-americano Leonard Bernstein, apresentada num Concerto da Juventude que a OSB Ópera e Repertório protagonizou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 13 de outubro de 2013.